Arquivo mensal: abril 2012

Uma nova visão sobre o funk no busão

DJs de ônibus. Estes seres tão odiados de 11 entre 10 cidadãos de bem. Hoje eu vou falar como consegui entender um pouco da mente dessas pessoas que só querem um pouquinho de atenção e encontrar seus semelhantes nos transportes públicos. Você também deve estar se perguntando “O que leva alguém a ouvir música sem fone de propósito?”. Se é essa sua pergunta, sigam-me os bons.

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Desodorantes e a BHTrans

Se acalme jovem jedi. Este post não é sobre desodorante de pedreiro. Vamos falar hoje sobre os radares de avanço que estão se alastrando por BH e muitas outras cidades Brasil afora. De onde eles nascem? Quem os instala? Eles são de mentira e foram instalados somente para intimidar. Verdadeiro ou falso? Seremos multados mesmo durante a madrugada? Essas e outras repostas nesta sexta, no Globo Repórter.

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O (des)fenômeno da Orkutização

Enfim o Instagram chegou ao Android. Aquele aplicativo tão adorado por hipsters malditos foi disponibilizado também para o bonde do robô. O suposto elitismo que residia no funcionamento apenas para donos de iPhone cai por terra, mas levanta a poeira de uma discussão já recorrente. Quão maléfica é a Orkutização de determinado assunto? Esclareço:

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Já me mijei em sala de aula

Por mais vergonhoso que soe, eu já me mijei total e completamente em plena sala de aula. Porém não ache que isso me foi vergonhoso e eu fiquei chorando no meio das outras crianças. Na verdade foi tudo um ato de rebeldia planejada com uma forte tendência trollística! Explico:
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Minha mãe ainda me mata!

É impressionante como nossas mães tem o poder de prever várias furadas que vão acontecer nas nossas vidas né? Coisas simples como “LEVA O CASACO MENINO MALDITO!” até coisas como “Não brinca disso senão alguém vai acabar perdendo uma unha do dedão!”. Com tristeza já fui vítima dos dois casos. Conto:

O dia em que quase perdi o dedão do pé

Quando criança eu era tão encapetado quanto o saci-pererê com diarréia galopante. Quando juntávamos eu, meu irmão, e as outras encarnações do mal crianças do prédio, o mínimo que a brincadeira ia dar era merda. Certa vez estávamos todos andando de patins e skates, quando tivemos a excelente idéia de pegar portas velhas para fazer rampas e tunnar a brincadeira. Como boa vidente que é, minha mãe logo tratou de lançar:

“Não façam isso. Essa porta vai acabar caindo no dedo de alguém”.

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